segunda-feira, 24 de setembro de 2007

O GOVERNO E A ECONOMIA

O continente africano é um verdadeiro paradoxo, pois apesar de ter muitas riquezas para serem exploradas, é um país pobre, suas condições são péssimas pelo quanto produzem. O governo não é nem um pouco “sensível”.
Já foram registrados muitos conflitos de caráter político, pode-se dizer que a maioria dos países possui governos democraticamente eleitos, mas há exceções como a Somália que nem se quer tem um estado organizado, o Saara Ocidental que é ocupado por Marrocos. As eleições freqüentemente são consideradas sujas por fraude, ainda existem situações em que o presidente ou o partido está no poder há dezenas de anos, como a Líbia e o Zimbábue.
Em geral, os governos africanos são presidencialistas, com as exceções de três monarquias, que são Lesoto, Marrocos e Suazilândia, e os citados anteriormente.
Essa desorganização do governo, influência na economia do continente, apesar de: produzir metade da produção de cacau, mandioca, cravo e pita; um-terço da produção de urânio; 20% das reservas de cobre; 90% do cobalto; três-quartos do ouro; ter a maior reserva de titânio; produzir quase todo os diamantes; e ter Libéria, Gana e Nigéria como os maiores exportadores de madeira de lei.
Boa parte da riqueza mineral é explorada pelas multinacionais, e parte da industrialização é localizada no sul do continente.Ou seja, é um país rico de minerais, mas que pela falta de organização é explorado por outros países e acaba ficando na miséria, sendo considerado um país abaixo da linha de pobreza com menos de um dólar por dia, com dois-treços dos portadores de HIV, e participa de apenas 2% das transações comerciais do mundo. Isso é inaceitável, um país gigantesco, com riquezas, ser tão pobre e desestruturado.
Lorena Almeida

Um comentário:

Davi Benassuly disse...

hoje postei um video que recebi no blogspot sobre a fome na africa, dem uma OLHADA www.reidaviliberdade.blogspot.com